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28
fev

Acho que o momento mais esperado depois que você entra na faculdade é sair dela, né? hahahaha
Eu me formei no final de 2011 e me lembro bem que em 2008, quando entrei, era só alegria. No segundo ano ainda tava ok, no terceiro eu já tava morrendo e no último… meu Deus, eu não via a hora que aquilo acabasse pra eu poder voltar a viver (ai, como eu sou exagerada hahahaha).

Para quem não sabe, me formei em Design com habilitação em comunicação visual (Design Gráfico) e meu tcc era dividido em 2 partes. A 1ª era toda a parte teórica e no final do 1º semestre rolava a apresentação do projeto pra banca, se eles fossem com a minha cara aprovassem, era só começar a 2ª parte. Caso contrário teria que fazer tudo de novo. Felizmente fui aprovada na 1ª parte e depois veio a parte mais trabalhosa (e também mais legal) que era colocar o projeto em prática. No final deu tudo certo, tirei 10 e sai correndo pulando me senti imensamente feliz por ter cumprido essa etapa da vida.

Brincadeiras a parte, nem todo tcc é tão complicado quanto da área de Design, por exemplo. A maioria dos cursos permitem até que o trabalho seja feito em dupla/grupo, o que pode facilitar mais no final das contas.

E hoje esse post é para isso, dar dicas de como enfrentar o TCC de um jeito mais “tranquilo”.

  • Leve isso a sério – a primeira coisa que você precisa saber é que o tcc não é mais um daqueles trabalho que você vai imprimir uma receita de bolo e colocar no meio pra fazer volume. Os caras leêm de verdade e ainda por cima vão pesquisar se sua fonte é real mesmo. Lembre-se, fazer isso de qualquer jeito pode te custar mais um tempo na faculdade tendo que arrumar o que deu errado. Ninguém merece pegar DP de tcc, né?
  • Escolha um tema que você realmente goste – afinal vai ter que conviver com aquilo o resto do ano e falar de algo que a gente não curte muito é um saco, né? Quanto mais gostarmos do assunto, mas vamos querer saber e pesquisar sobre.
  • Junte-se com pessoas comprometidas – se você tem a opção de fazer seu trabalho em coletivo, escolha pessoas responsáveis e que não vão te deixar na mão durante o projeto. A gente sabe que é muito legal chamar os amigos pra fazer os trabalhos, mas pense bem antes de escolher, a gente sabe que nem todos são comprometidos na hora que o bicho pega, né?
  • Comece o quanto antes – sim, não deixe para a última hora! Acompanhei de perto amigos que deixaram pra se virar nos 30 e acabaram se dando bem mal no final, viu? Por isso o quanto antes puder começar melhor!
  • Crie um cronograma – eu sei que é chato demais sentar e pontuar tudo que tem que ser feito, mas isso te ajuda muito a não se perder no meio do processo. Estipule datas para cada fase do seu trabalho.
  • Procure e pesquise em livros – que a dona internet é muito bacana, muito legal a gente já sabe. Mas tem coisas que encontramos em livros que o Google não conta pra gente. Aliás, esse pessoal de banca adora ver livros na biografia hahahaha. Porém dá pra encontrar diversos artigos acadêmicos que citaram seu assunto e usar como fonte. Para isso é só acessar o Google Acadêmico. E por favor, esqueça o Wikipedia e afins, eles não são fontes confiáveis.
  • Esqueça o ctrl c + ctrl v – sério, pelo menos na minha banca eles faziam questão de procurar se você não tinha feito isso. Leia, interprete e escreva da maneira que você entendeu. Para outros casos existem as citações (meu Deus, como isso é chato!).
  • Formatação ABNT – creio que quem inventou isso não tinha mais o que fazer da vida, mas enfim.. sim, ela existe e sim, temos seguí-la. Aconselho que você já comece o trabalho com o documento formatado, não deixe isso pro final.
  • Não encha linguiça – é bem verdade que eles estipulam um tanto de páginas pra fazer, mas nem por isso você precisa se matar e falar da mesma coisa 29309120 vezes e de 1830912839 formas diferentes. Lembre-se: qualidade em primeiro lugar.
  • Keep calm and não sofra antes da hora – a banca é tipo o bicho papão do mundo acadêmico. Temos que enfrentá-lo para finalmente chegar ao fim dessa jornada. Eu sou muito ansiosa e sofri muito com isso. Por isso eu digo pra todo mundo: não se desespere! Afinal, foi você quem fez o trabalho, ninguém sabe mais dele do que você mesmo. Fique calmo, respire e crie um roteiro de apresentação. No final dá tudo certo!

E não se esqueçam nunca: foco. Durante esse período as vezes precisamos abrir mão de algumas coisas, mas pense que no final vale tudo a pena e sim, existe vida pós TCC! hahaha

Ai, acho que acabou… talvez tenha ficado um pouco longo. Mas achei legal compartilhar minha experiência com vocês.
Espero que ajude de alguma forma.

E quem aí já se formou? Como foi a experiência do tcc? hahaha

PS: Como a Dani bem lembrou nos comentários, salve seu tcc em todos os lugares possíveis existentes. Computador, e-mail, pendrive, cd e onde mais puder. A gente nunca sabe o que vai acontecer, né? Já pensou ter que fazer tudo de novo? Aff

17
fev

No mês passado tinha combinado com a Nary do blog Chat Feminino de passar o mês de fevereiro sem gastar nada. Acontece que fui viajar, a gente não se falou e (eu, pelo menos) acabei esquecendo do combinado e só fui lembrar essa semana.

Fiquei pensando, pensando, peguei um bloquinho e coloquei todas as minhas contas na ponta do lápis, ou melhor, da caneta. Anotei tudo, tudinho mesmo, passei a limpo meu extrato do cartão de crédito e do cartão c&a (me abracem porque são os únicos dois cartões que tenho) e percebi que minha última parcela é em abril.

Juro que fiquei bem feliz porque antigamente eu fazia prestações a perder de vista e comprava muito mais que hoje.

Outra coisa muito boa: somando todas as minhas dívidas de cartão dá +/- R$600. Vocês tem noção do que significa pra uma pessoa que até uns anos atrás tinha mais que isso só de prestação mensal em um único cartão? Tô feliz, é verdade. Mas não estou satisfeita.

Minhas despesas fixas são: financiamento do apê, gasolina do carro, recarga do celular e acho que só. Isso não dá R$500 por mês. E aí tem as despesas com alimentação, mas não dá pra saber porque cada mês é diferente.

Acontece que estou em uma fase de contenção total de gastos por motivos de: correndo atrás dos objetivos principais. Com isso ficou de lado coisas como as minhas tatuagens, ir morar sozinha logo e a academia.

Sim, tem hora que a gente tem que abrir mão de algumas coisas pra conseguir conquistar outras. É a lei da vida e faz bem pra gente aprender a dar valor quando consegue.

Resultado: meu objetivo é zerar as contas dos cartões pelo menos até o meio do ano e, se for possível, até o fim dele. Pretendo gastar somente com presentes necessários e só.

Quem tá comigo nessa? Acho que não custa tentar, né?!

 

24
jan

Aí vocês se encontraram, começaram a conversar, se envolveram e rolou aquele beijo. Se beijaram tantas outras vezes e você se apaixonou. Tudo parece normal, o início de uma história como tantas outras que vemos por aí, até que você descobre que ele é mais novo que você. Como reagir?

É normal a gente entrar em crise, ter vontade de pular do barco e até mesmo ficar com medo do que as outras pessoas podem achar disso. Mas, até que ponto a idade pode pesar em um relacionamento?

Com quantos caras você já se relacionou com a mesma idade ou até mais velho e que se comportaram como um babaca? Para ser babaca não tem idade! O cara pode ter 20, 30 e até 50 anos, mas o que faz ele ser homem não são quantas velas de aniversário ele já apagou, ou quantas mulheres ele beijou antes de estar com você. O que faz um homem ser homem de verdade, são as atitudes que ele tem com você. É o jeito que ele te respeita, é quando ele pensa 2x antes de fazer alguma coisa que possa te magoar. É quando ele inclui você em todos os planos da vida dele, é quando ele pega na sua mão e você consegue se sentir segura, sabe como?

Sempre tive vários rolinhos, mas não fui uma menina de muitos namorados e, até então, nunca tinha me relacionado com um cara bem mais novo que eu. Agora em março vou completar 2 anos ao lado do meu namorado que é quase 4 anos mais novo do que eu. E o que a idade dele mudou no nosso relacionamento? Tudo!
Ele me fez entender o que eu disse anteriormente, me mostrou que para estar ao meu lado não iria importar quantos anos ele tem, me ensinou que a maturidade tem mais a ver com as coisas que passamos pela vida, do que com o ano que nasceu.

Quem vê a gente junto dificilmente acha que ele é mais novo do que eu. Não temos medo de fazer planos para o futuro (ok… as vezes eu penso que quando tiver 30 ele ainda vai ter 26, mas logo deixo isso pra lá hahaha), e a gente só lembra da nossa diferença de idade quando alguém pergunta.

O que eu queria dividir com vocês é: não tenham medo, arrisquem! Não importa se ele é mais novo, a cumplicidade independe disso. Já pensou que pode tá perdendo uma grande oportunidade de ser feliz por puro pré-conceito?

Afinal, temos que viver a vida como já dizia nosso querido Lulu Santos: “Vamos viver tudo que há pra viver, vamos nos permitir.” <3

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